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VÃO-SE OS ANÉIS, FICAM OS DEDINHOS

(lead roubado) Tudo começou quando uma garotinha colocou um anel de plástico no "pai-de-todos" da mão esquerda.

- Mãe, tira o anel para mim?

Eu não consegui. Esfreguei a área com bastante sabão e o anelzinho só girava, não subia o dedo. Mais uma, duas, três tentativas. O dedinho estava gordo e arroxeando. Well, coloquei óleo de cozinha. Escorregou, mas nada, só girava e o dedo da menina estava bizarro.

Sinais de nervosimo começaram a se apresentar e a procupação da garotinha era se o esmalte tinha saído ou não. Ligo para o marido, ele diz que me espera no hospital. Só para localizar a audiência, eu estava preparando meu lanche noturno, estava de roupas de dormir e acabara de tomar uma geladinha, tamanho o grau de relaxamento, quase 10 horas da noite.

- Buá! - chorava (meio forçada) a criança

E eu, num ataque de S. Juarez Villela, o meu pai, não sabia o que fazer e comecei a discursar:

- Viu o que você fez? Tinha que enfiar esse anel horroroso, pequeninho no dedo? Você sabe que agora vai para um hospital? E que se você enfiar coisa onde não se deve, você pode ser cortada ou morrer? (drama)

-Buá! Desculpa mãe!

Eu me arrumei, me acalmei com Puf, pufs infinitos e partimos para o hospital. Na recepção, eu toda sentido de urgência e a menina do dedo roxo e gordo pulandinho.

PAUSA PARA OLHAR DE MÃE

O pai estacionava o carro e queria dar a bronca, mas eu disse que já tinha feito essa parte.

OK, as enfermeiras super prestativas adotaram o mesmo procedimento que o meu. Sabão, vaselina e para desinchar o dedo, adrenalina. Nada.

Quase duas horas depois eu comentei ter dado uma olhadinha no Google, sobre um procedimento de retirada do anel pelo método fio, mas não deu tempo de ver detalhes, pois minha cabeça estava atarantada.

Bingo! uma das enfermeiras disse que seu marido, também enfermeiro, havia comentado sobre o método do fio, ao retirar a aliança de um paciente da UTI. Ela localizou o marido e lá se foi a operação fio.

Não foi fácil. A menina chorou "tá forte! tá forte!", pois a articulação era a mais inchada. Foi duro vê-la assim, mas a médica que adotou o procedimento, e já com o anelzinho na metade disse "se desistir agora, ela volta para casa com o anel". 

Ufa! saiu o anelzinho xexelento amarelo jogado direto no lixo.

Observações: em casa, tentei com alicate, tesoura cortar o dito cujo anel, mas só riscou. Além disso, tive medo de machucar a filha.

Outra, jamais deixe crianças usar anel que não seja de regulagem ,aberto atrás ou de material metálico. Evita esse tipo de acidente.

AQUI, o método do fio.

 



Escrito por Ronise Vilela às 17h38
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